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Eu, robô? Como automatizar processos sem entrar no ‘piloto automático’

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

 

A robotização de processos pode não ser exatamente uma novidade no universo corporativo. Mas a intensificação desse fenômeno está ganhando força e velocidade inéditas.

 

Um estudo realizado pela consultoria britânica Vanson Bourne para a firma de softwares Avanade em maio deste ano mostra que todas as empresas pesquisadas concordam que a automação de processos “é uma tecnologia chave para atender aos novos requisitos do negócio digital”, com a automação de processos utilizando robôs, a automação inteligente e a automação cognitiva sendo as três principais demandas para fazer esse tipo de aprimoramento.

 

O diagnóstico foi o de que “as transformações trazidas pela Inteligência Artificial [I.A.] são profundas e as decisões tomadas hoje gerarão um impacto expressivo nas empresas”.

 

Diante desse novo futuro se descortinando e desafiando a produtividade e a competitividade das mais diversas organizações, é importante não focar nas máquinas a ponto de se esquecer de como lidar com o aspecto humano de um negócio. Em outras palavras, é preciso ter cuidado para não transformar a automação em um “piloto automático”, um estado em que as coisas parecem encaminhadas e sob controle, mas que pode gerar sérios problemas em algumas situações.

 

Pessoas não continuam sendo vitais para uma empresa apenas para monitorar equipamentos e programas de computador. Elas são fundamentais porque é o seu intelecto que determina como as máquinas interagem com dados e informações; que contorna incidentes críticos e novos para os quais os softwares não estão preparados; e que garante soluções “offline”, isto é, exequíveis diante de um blecaute ou queda de conexão à internet, por exemplo.

 

O processamento de dados por equipamentos capazes de apresentar soluções para organizações, sejam elas indústrias ou prestadoras de serviços, é uma ferramenta muito útil para melhorar o desempenho e atender às expectativas crescentes dos clientes. Por isso, pessoas capacitadas para administrar esse fluxo de informações são tão cruciais. Esses experts é que ajudam a fazer a ponte entre a direção de um negócio e os resultados obtidos ou facilitados por computadores.

 

São também esses especialistas que pensam novas soluções e coordenam tecnologias a favor de processos otimizados. Sua empresa conta com pessoal hábil para conectá-la ao futuro?

 


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