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Ideias

Mensurar para melhorar: os dados a serviço da gestão

quarta-feira, 4 de abril de 2018

 

Dentre as múltiplas vantagens de se ter o controle sobre as informações do seu negócio, uma das principais é a capacidade de mensurar dados e, com base neles, tomar decisões mais bem embasadas.

 

No dia a dia de uma operação — especialmente quanto maior a empresa for ou quanto mais ela crescer —, a percepção dos gestores tende a se tornar mais falha se não estiver amparada em critérios objetivos.

 

Em outras palavras: manter informações organizadas torna a tomada de decisão no ambiente corporativo mais clara e racional, permitindo que novidades possam ser criteriosamente planejadas; procedimentos básicos sejam aprimorados graças à monitoração; e que rotas sejam eventualmente corrigidas, se necessário.

 

Em termos gerais, todas as atividades que a empresa registra podem ser classificadas, agrupadas e, assim, medidas.

 

No caso de contratos com fornecedores, é possível verificar os valores praticados entre as partes, sua evolução, e detectar quais acordos devem ser revistos e quais já nem sequer fazem sentido na atual conjuntura — uma desatenção mais onerosa e mais frequente do qua a maioria das empresas gostaria de admitir.

 

Outro exemplo é o acervo de companhias pertencentes ao ramo chamado de economia criativa. Essas empresas costumam gerar arquivos ricos em ideias e conceitos. Logo, esse acervo se torna uma valiosa fonte de informações para terceiros (podendo até virar uma fonte de renda paralela), mas também para o próprio negócio, que consegue reciclar suas concepções parcialmente inspirado em êxitos do passado.

 

Embora bem distintos, ambos os casos demonstram o quanto a organização da informação é capaz de promover melhorias com base no histórico corporativo.

 

Sua empresa busca resultados melhores mantendo-se atenta ao próprio acervo, ou as decisões são mais “intuitivas” e desprovidas de parâmetros realistas?

 


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