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#Redata30Anos: a evolução da gestão de documentos

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

 

Neste mês de setembro, a Redata completa três décadas de existência. Para comemorar, começamos hoje uma série de três posts com reflexões sobre a nossa trajetória.

 

Em 1987, quando a Redata surgiu no mercado, a organização da informação se dava quase que totalmente por meio de arquivos físicos. Isso significava que pastas e planilhas impressas eram ferramentas primordiais para pôr em ordem documentos em suportes que, no máximo, variavam de papel a fitas cassetes ou VHS. Disquetes e bancos de dados eletrônicos já existiam, mas não estavam tão disseminados pelo Brasil.

 

O Microsoft Access, por exemplo, só surgiria no começo dos anos 1990. O software, uma das estrelas do Pacote Office mais populares no ambiente organizacional, só se popularizou de fato com a chegada do Windows 95.

 

Mais para o fim daquela década, outra novidade, bem maior, chegaria para mudar de vez o universo da informação como o conhecemos. A internet se espalhou de tal forma que muitas pessoas que já estavam trabalhando antes de ela chegar agora não se recordam direito de como realizavam uma série de atividades. E as gerações Y e Z mal conseguem conceber o que era checar um dado ou pesquisar um assunto sem o Google, por exemplo. Exigia mais tempo, mais trabalho e um arcabouço intelectual e bibliográfico mais específico.

 

O século 21 trouxe consigo, ainda por meio da internet, pelo menos duas “soluções” que, a exemplo de qualquer avanço tecnológico, também carregam desafios para indivíduos e empresas.

 

A primeira são as redes sociais. Facebook, Instagram, LinkedIn, Snapchat, Twitter, Pinterest e uma porção de outras plataformas permitem que conhecidos se reúnam, desconhecidos se encontrem, insatisfeitos se queixem (ou planejem protestos) e, claro, que marcas e consumidores criem uma proximidade nunca antes vista. Artistas, redes de supermercados, prefeituras e, inclusive, a Redata — presente no “Face” e no LinkedIn — estreitam ao máximo seu contato com clientes e expressam sua identidade muito mais diretamente. O que também gera uma nova necessidade em termos informacionais: como registrar cada interação feita com usuários dessas redes? Com que frequência? Com base em quais critérios de relevância? São questões que, dada a velocidade da web, precisam ser respondidas todos os dias.

 

A segunda novidade dos anos 2000 é a “nuvem”. Em vez de armazenar um arquivo digital em um servidor fixo (um computador de determinado departamento da firma, por exemplo), tornou-se possível guardá-lo em servidores de gigantes como Microsoft e Google, que os disponibilizam online para quem tiver a senha… E para os hackers. A segurança de dados no contexto digital tem sofrido quebras que, por vezes, prejudicam milhões de pessoas e milhares de empresas mundo afora, colocando esse recurso em xeque, embora sua popularidade permaneça firme de modo geral.

 

Na atual década, têm ganhado força a tendência da chamada indústria 4.0, da qual tratamos aqui recentemente. Contar com a inteligência artificial no dia a dia de um negócio deixou de ser uma expectativa e está virando realidade em todo o planeta. Máquinas não são apenas controladas por outras máquinas: grandes decisões estão sendo tomadas com base em logaritmos e dados constantemente atualizados por “robôs”. Por trás de softwares de ponta e grandes repositórios inteligentes, porém, ainda estão profissionais altamente especializados, capazes de monitorar e interpretar as informações que circulam nesses sistemas. Com um esquema plenamente estruturado, as buscas por documentos e dados são facilitadas e trazem retornos mais pertinentes.

 

A Redata acompanha cada passo dado pela tecnologia e se antecipa às necessidades dos mais diversos clientes, após diagnosticar como cada empresa lida com seu fluxo de informação. No nosso próximo post comemorativo, vamos tratar justamente dessas parcerias. Até lá!