Como a padronização editorial fortalece a visibilidade e preservação do conhecimento
Nos últimos meses, nossa equipe na Redata teve a oportunidade de conduzir um projeto que envolveu a catalogação, a padronização editorial e a atribuição de identificadores digitais para publicações institucionais. Essa experiência reforçou algo que já sabemos bem: a forma como organizamos e descrevemos publicações é determinante para sua preservação, credibilidade e impacto no futuro.
A seguir, compartilho um pouco sobre a importância de cada etapa realizada e como esses serviços contribuem para a valorização do conhecimento produzido por instituições de pesquisa, centros de estudos e organizações em geral.
Catalogação: organizar para dar acesso
A catalogação é o primeiro passo para garantir que publicações não se percam em meio a arquivos dispersos. Quando descrevemos documentos de forma padronizada, com campos que identificam título, autor, data, idioma, assunto e outros elementos, estamos criando portas de entrada para que pesquisadores, estudantes e profissionais encontrem o conteúdo certo no momento certo.
Sem uma catalogação criteriosa, até mesmo trabalhos relevantes podem se tornar invisíveis, limitando seu alcance e reduzindo o retorno do investimento intelectual e institucional.
Identificadores digitais: DOI, ISSN e ISBN como garantia de rastreabilidade
Outra etapa essencial foi a atribuição de DOI (Digital Object Identifier) às publicações. Esse código único garante que cada obra tenha um endereço permanente na internet, ampliando sua visibilidade internacional e assegurando a rastreabilidade das citações em ambientes acadêmicos.
Além do DOI, avaliamos também a atribuição de ISSN para periódicos seriados e destacamos a importância do ISBN em livros e relatórios. Esses identificadores são mais do que meros números: são ferramentas que fortalecem a credibilidade editorial e integram as produções ao ecossistema global de informação.
Ficha catalográfica: padronização e credibilidade
Poucos elementos editoriais são tão simbólicos para a confiabilidade de uma publicação quanto a ficha catalográfica. Ela não é apenas uma exigência normativa: é um resumo técnico que garante que o material esteja descrito segundo padrões internacionais, como AACR2, RDA e ABNT.
Ao elaborar fichas catalográficas, asseguramos que o conteúdo atenda às regras bibliográficas reconhecidas mundialmente, facilitando a indexação e aumentando o prestígio da instituição perante leitores, parceiros e avaliadores.
Manual de procedimentos e treinamento: autonomia para o futuro
Mais do que entregar um acervo padronizado e identificado, nosso papel é capacitar equipes para darem continuidade ao trabalho. Por isso, desenvolvemos um manual de procedimentos prático e detalhado, acompanhado de um treinamento técnico voltado à autonomia.
Esse investimento em capacitação é estratégico: garante que a padronização não se perca com o tempo e que cada nova publicação siga os mesmos critérios de qualidade. Assim, a instituição se fortalece, tornando-se mais independente e preparada para os desafios da gestão editorial digital.
Para finalizar…
A experiência reforça que a gestão profissional de publicações institucionais é muito mais do que organização de arquivos. Ela envolve criar sistemas de acesso, garantir visibilidade internacional, preservar a memória institucional e capacitar equipes para manter a qualidade editorial no longo prazo.
Na Redata, acreditamos que cada projeto é uma oportunidade de transformar informação em conhecimento acessível e duradouro. Se você deseja fortalecer o impacto editorial da sua instituição, conheça mais sobre nossas soluções em gestão documental e editorial ou entre em contato com a nossa equipe.