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Cinco “pequenos desastres” corporativos causados pela desorganização da informação

quinta-feira, 21 de julho de 2016

A organização de uma empresa passa por seus arquivos, suas tomadas de decisão, sua lisura no trato de colaboradores, clientes e stakeholders.

E esse ciclo virtuoso começa justamente… Na mesa, na área de trabalho, na escrivaninha.

É ali que os papéis se acumulam, se confundem e, frequentemente, se perdem.

site CareerBuilder listou cinco problemas causados pela falta de organização no ambiente de trabalho que, à primeira vista, podem parecer pequenos, contornáveis, mas, a depender da negligência do(a) funcionário(a) e/ou da corporação em que ele(a) está, tornam-se verdadeiros desastres. Confira:

1. baixa produtividade: uma pilha de papéis não é nada convidativa para quem quer executar tarefas. Além disso, quanto mais se adia a ordenação do que está na “inbox”, mais demorada fica a realização das atividades e mais vazia acaba a “outbox”. Os processos do dia a dia se desaceleram;

2. criatividade prejudicada: consequentemente, a capacidade de vislumbrar novas soluções acaba engasgando em meio ao caos de documentos e informações a serem processados. A inventividade depende de um ambiente minimamente propício para que as ideias se encaixem e conduzam a algo inédito e satisfatório;

3. induz à perda de documentos importantes: se você tem 100 folhas empilhadas à sua frente, facilmente não se dará conta de que uma, duas ou mesmo dez delas foram extraviadas ou escorregaram para o vão entre a baia e a parede…

4. causa má impressão: já reparou que esta lista de problemas lembra uma bola de neve, aumentando de tamanho conforme engole os riscos e se torna mais nociva? Todos esses danos à empresa respingam na imagem do profissional envolvido e na imagem da própria corporação. Ambos acabam vistos como descuidados;

5. diminui a chance de uma promoção: e, assim, as chances de se conseguir cargo e salário melhores ficam cada vez mais distantes. No caso de uma empresa, isso representa falta de competitividade (assunto que já tratamos aqui) e, claro, menos apelo perante o mercado consumidor.


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